Os dois primeiros anos de vida concentram a maior parte das vacinas que uma pessoa toma. Pra quem acabou de ter um bebê, o calendário pode parecer um bicho de sete cabeças: são muitas siglas, doses e reforços. A boa notícia: você não precisa decorar nada disso. Esse é o nosso trabalho.
Como o calendário se organiza
De forma simplificada, as vacinas do bebê seguem três grandes momentos:
Ao nascer: ainda na maternidade, o bebê recebe a BCG e a primeira dose de hepatite B.
De 2 a 6 meses: é a fase mais intensa, com as doses de hexavalente (que protege contra seis doenças numa aplicação só), rotavírus, pneumocócica e meningocócicas B e ACWY, além da vacina da gripe a partir dos 6 meses.
Perto de 1 ano e depois dele: entram a tríplice viral, a varicela (catapora), a hepatite A e os reforços das vacinas anteriores.
Cada bebê tem seu próprio histórico, e o cronograma certo depende da caderneta dele. Por isso a Vacinar monta um plano vacinal personalizado: você manda a foto da caderneta pelo WhatsApp e a equipe de enfermagem avalia dose a dose.
Por que o calendário é tão cheio nessa fase
O sistema imunológico do bebê ainda está em formação, e as doenças que essas vacinas previnem são justamente as mais perigosas nos primeiros anos. Vacinar no tempo certo garante a proteção antes da exposição, e não depois.
Vacinar sem trauma
Na Vacinar, o atendimento é pensado pra criança: brinquedoteca na clínica, técnicas de controle de dor na aplicação e uma equipe que respeita o ritmo de cada bebê. E se for melhor pra rotina da família, vacinamos em casa, com hora marcada pelo WhatsApp.
Depois da aplicação, a gente acompanha possíveis reações e avisa quando a próxima dose estiver chegando. Nenhuma etapa esquecida.
Fontes: Calendários de vacinação da SBIm · Vacinação · Ministério da Saúde
Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação do pediatra do seu filho.